Comprometimento de renda

Informe sua renda mensal, o que você já paga por mês em dívidas e a parcela que está considerando, e veja que parte da renda elas levam. Os níveis citados para o seu país aparecem ao lado como referência, nunca como regra.

O que você ganha e paga

País

R$

Renda bruta mensal
Antes de impostos e descontos: a renda sobre a qual o nível citado para este país é medido.

R$

Outros pagamentos de dívida por mês
Parcelas, mínimos de cartão e outros empréstimos que você já paga todo mês.

A parcela que você está considerando

R$

Parcela nova (opcional)
A parcela que você pensa em assumir, além das outras.
Seus pagamentos de dívida levam 32,00% da renda: acima dos 30% citados como referência.
Parte da renda em dívidas
18,00%
Pagamentos de R$ 900,00 por mês
Com a parcela nova
32,00%
Parcela de R$ 700,00
Sobra depois dos pagamentos
R$  3.400,00
Antes de aluguel, comida e outras despesas
Maior parcela nova na referência
R$  600,00
Mantém a participação em 30% ou menos
  • Com a parcela nova de R$ 700,00, seus pagamentos de dívida passam de 18,00% para 32,00% da renda.
  • Isso está acima dos 30% citados como referência.
  • Ficar na referência deixa espaço para mais uma parcela de até R$ 600,00, além dos pagamentos que você já tem.
Referência citada: até 30% da sua renda bruta.Fonte (prática de mercado): Bancos e portais de crédito (por exemplo, Serasa): em geral aceitam parcela de até cerca de 30% da renda bruta. Não há norma nem página oficial. Conferido em 02/11/2026. Estes níveis não são regra nem oferta. Dizem o que a fonte diz; se uma instituição aprova um crédito depende de muito mais.
A participação é o que se paga dividido pela renda, os dois como você digitou para um mês. Ela não enxerga aluguel, comida nem nenhuma outra despesa, e os níveis são citados, não aplicados: o crédito de alguém depende de muito mais que esta divisão.
Estimativa. Esta participação é calculada com os valores que você digitou. Os níveis citados são práticas e estatísticas, não regras, e não dizem se alguma instituição aprovaria um crédito. Não é aconselhamento nem recomendação. Leia o aviso legal completo.

Como funciona o comprometimento de renda

Atualizado em 2 de novembro de 2026

O que a página calcula

Ela divide o que você paga por mês em dívidas pela sua renda mensal e mostra o resultado em percentual: é o comprometimento de renda. Se você informa uma parcela nova, mostra o percentual de hoje e o de depois dela, o que sobra da renda e a maior parcela nova que ainda cabe dentro da referência do país. Ao lado, diz qual nível as fontes do país citam e de onde ele vem. A página descreve; não diz se um crédito será aprovado nem se você deve contratá-lo.

O que você informa

  • A renda mensal: a que o nível do país mede. No Brasil e nos Estados Unidos as fontes falam em renda bruta, antes de impostos e descontos; a tela pede exatamente a que o país usa e diz qual é.
  • Outros pagamentos de dívida por mês: parcelas, mínimos de cartão e outros empréstimos que você já paga.
  • A parcela nova (opcional): a que você está pensando em assumir, além das outras.
  • Os contratos salvos: quem tem conta pode somar a próxima parcela de cada contrato salvo, na mesma moeda.

Como a conta é feita

O comprometimento é o total pago por mês dividido pela renda. Com a parcela nova, ela entra no total uma vez e a divisão se refaz. O que sobra é a renda menos esse total: ainda não saíram aluguel, comida nem nenhuma outra despesa. A maior parcela que cabe é a renda vezes o nível de referência, menos o que você já paga, cortada ao centavo para baixo: somar exatamente esse valor deixa a participação no nível, e um centavo a mais passa dele. A comparação usa os valores exatos e não o percentual arredondado: estar exatamente no nível conta como dentro, e um centavo acima conta como acima.

Um exemplo com números

Renda bruta de R$ 5.000,00, R$ 900,00 já pagos por mês em dívidas e uma parcela nova de R$ 700,00, no Brasil, onde a referência citada é de até 30% da renda bruta.

MedidaHojeCom a parcela nova
Pagamentos por mêsR$ 900,00R$ 1.600,00
Parte da renda18,00%32,00%
Sobra da rendaR$ 4.100,00R$ 3.400,00
Frente à referência de 30%dentroacima

30% de R$ 5.000,00 são R$ 1.500,00. Como já saem R$ 900,00, a maior parcela nova que mantém tudo dentro da referência é de R$ 600,00; com os R$ 700,00 considerados, a participação passa de 30% e chega a 32%. Nos Estados Unidos, com US$ 5.000,00 de renda bruta e US$ 2.300,00 de pagamentos por mês, a participação é de 46,00%: acima da referência de 36% e também do nível de 43% que a fonte menciona, sem espaço para outra parcela. Na Espanha, com € 3.000,00 de renda bruta, 40% são € 1.200,00: com pagamentos de € 1.200,00 a participação está exatamente em 40,00%, no nível que a estatística do Banco de España usa, e com € 1.260,00 passa a 42,00%.

De onde vêm os níveis

Nenhum deles é regra. No Brasil o nível é prática de mercado: bancos e portais de crédito dizem que costumam aceitar parcela de até cerca de 30% da renda bruta, e não há norma nem página oficial. Nos Estados Unidos é uma orientação ao consumidor: a ferramenta de dívida sobre renda da CFPB cita 36% ou menos da renda bruta para quem tem casa e diz que alguns credores vão a 43% ou mais. Na Espanha é uma estatística: o Banco de España conta as famílias endividadas cujos pagamentos passam de 40% da renda bruta, sem recomendar um limite. A página mostra a fonte ao lado do resultado, e um país sem nível recebe só a participação e o que sobra.

Erros a evitar

  • Digitar a renda líquida onde o nível foi medido sobre a bruta, ou o contrário: os percentuais deixam de ser comparáveis.
  • Esquecer um pagamento: o mínimo do cartão, a parcela do carro e o empréstimo do trabalho contam todos.
  • Tratar o nível como limite: ele é o que uma fonte cita, e quem concede crédito olha muito mais que esta divisão.
  • Contar como fixa uma renda que varia: use a de um mês típico, e quanto mais baixa a estimativa, mais cautelosa a conta.
  • Somar contratos de moedas diferentes: a página os deixa de fora e diz quantos.

O que a página não cobre

Ela não vê aluguel, condomínio, comida, saúde nem nenhum outro gasto: só o que você informa como pagamento de dívida. Não acompanha uma parcela que muda ao longo do tempo (num contrato SAC, a Simulação usa a maior, a primeira) nem a renda de mais de uma pessoa, a menos que você a some. O que você digita não é enviado nem guardado: fica na página e some ao recarregar. É uma conta com as hipóteses que ela declara, não uma recomendação.

Para onde ir depois

O guia sobre o comprometimento de renda explica de onde vêm esses níveis e o que o indicador do Banco Central mostra. A página do plano de saída põe as dívidas em ordem quando há mais de uma, e a de conferência de contrato mostra a taxa real do que está sendo oferecido. A página de metodologia descreve como os cálculos são feitos.